A fotografia foi desde o seu aparecimento vista como um importante meio tanto pedagógico como museológico. Com a criação de oficinas de fotografia junto ao Museu Industrial e Comercial do Porto, tornou-se possível iniciar um inventário gradual da arte portuguesa e de objectos de arte industrial. Além disso, verifica-se que passou a ser um meio de registo de acontecimentos relacionados com o Instituto ou com os seus alunos. Aos nossos dias chegou uma colecção que conta com cerca de uma centena e meia de exemplares que integra fotografias a preto e branco, em albumina, fototipias ou gravuras.
Nesta colecção, podemos encontrar fotografias de monumentos e obras de arte de várias cidades de Portugal (Porto, Viseu e Braga, por exemplo) e fotografias de obras ou objectos diversos relacionados com a indústria. Estes exemplares eram, possivelmente, utilizados não só para fins pedagógicos, mas também para serem expostos nos museus do Instituto, adquiridos pelo seu público ou permutados com museus estrangeiros. Outro tipo de fotografias são as que registam acontecimentos relevantes, como é o caso de exposições de trabalhos ou visitas de estudo de alunos. Salientamos também uma colecção de fototipias da autoria de Emílio Biel relativas à construção do Porto de Leixões e ainda uma série de gravuras de personalidades diversas ligadas de algum modo à ciência ou à indústria, como é o caso de Darwin.
algumas peÇas da colecÇÃo
Gruta e Chalet do Palacio de Cristal no Porto (título do autor)
Vista do rio Douro em Campanhã (título do autor)
Praça do Peixe no Porto (título do autor)
Vista de uma cascata no parque do Palacio de Crystal no Porto (título do autor)
Vista da grande avenida do Palacio de Crystal no Porto (título do autor)
Igreja parochial de S. Ildefonso no Porto (título do autor)
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