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B.I. da peÇa

Contos de contar

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Descrição
Trabalho de gravadores nacionais, as fantasias das suas legendas e símbolos gravados correspondem, somente, a preocupações estéticas e, por vezes, também à ignorância dos artistas gravadores, possivelmente não oficiais.
Na sua maioria não foram batidos ou fundidos com o nome do rei e poderiam até ter sido usados para e por particulares. Os elementos gravados são variados.
Autor

Desconhecido
Proveniência
Desconhecida
Teriam sido trazidos para Portugal por Afonso III, que os conheceu em França e aqui introduziu o seu uso.
Muitos dos contos portugueses seriam fabricados no estrangeiro, principalmente em Nuremberga, como se prova pelas irregularidades nas legendas, nas formas e disposições das armas reais. Os da primeira dinastia afiguram-se-nos de origem portuguesa. Do reinado de D. João I por diante já o mesmo se não verifica – tipo de metal usado, a linguagem, a técnica diferente da dos moedeiros portugueses, a deturpação do escudo das quinas.
Técnicas
Gravação
Núcleo
Medieval
Data
Séc. XIV/XVI
Materiais
Cobre ou latão
Função
O conto foi criado para facilitar as operações aritméticas até à divulgação dos algarismo árabes e a adopção do método decimal. Têm a forma circular como as moedas, mas os contos não pertencem à numismática. Eram manipulados em tabuleiros, seguindo os princípios da chamada “aritmética de posição”.
O seu emprego na contabilidade prolongou-se ainda no século XVI/XVII.
A numeração romana não permitia o desenvolvimento dos cálculos aritméticos.
Os contos tiveram, em Portugal, a função “para contar” desde o reinado de Afonso III até ao reinado de Filipe I.
A destacar
O termo “conto” é usado ainda hoje para designar um milhão.
A maneira de calcular através de “contos de contar” era praticada sobretudo por comerciantes.
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